BNDES e Agência Francesa de Desenvolvimento firmam parceria

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Memorando de Entendimento foi assinado entre o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, e o diretor-geral da AFD, Rémy Rioux

É o segundo instrumento dessa natureza firmado entre as instituições. O primeiro, de 2012, originou linha de crédito de US$ 206 milhões com a AFD

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, e o diretor-geral da agência francesa de desenvolvimento (AFD), Rémy Rioux, assinaram Memorando de Entendimento, com o objetivo de promover a cooperação entre as instituições. O documento propõe compartilhar experiências em finanças verdes e sobre o papel e o futuro dos bancos de desenvolvimento. Também está na pauta linha de crédito e co-financiamento com foco em na adaptação e/ou mitigação climática e cooperação para aplicar o acordo de Paris no âmbito da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas.

Este é o segundo instrumento dessa natureza firmado entre as duas instituições. O primeiro memorando, assinado em 2012, originou a contratação, em 2014, de uma linha de crédito com a AFD no valor de US$ 206 milhões. Os recursos, já totalmente desembolsados, financiaram cinco parques eólicos, a construção de uma termoelétrica movida a biomassa e a expansão de uma outra, bem como a modernização de duas hidrelétricas.

“Vocês, no Brasil, e o BNDES, em particular, são um instrumento muito poderoso de desenvolvimento. Temos muito o que aprender aqui, até porque o nosso novo governo (do presidente Emmanuel Macron) tem a abertura internacional como uma das prioridades”, afirmou Rioux durante o encontro com Rabello, na sexta-feira, 15. O presidente do BNDES afirmou que o momento é oportuno, porque “o Brasil já começa a superar uma fase difícil, de recessão, e vai precisar sair em busca de novas fontes de financiamento e novas estratégias de atuação”.

O executivo francês convidou o presidente do BNDES para participar das comemorações do Segundo Aniversário do Acordo de Paris, na França, dia 12 dezembro. Por ocasião da data, haverá uma grande conferência internacional do clima. Grupos de trabalho estão produzindo relatórios sobre o assunto e, segundo Rioux, seria uma honra contar com o BNDES.

O encontro precedeu o seminário O papel dos bancos de desenvolvimento na implementação do Acordo de Paris: o exemplo das finanças do clima no Brasil, realizado na parte da tarde, organizado pela AFD e com participação do BNDES. Também estiveram presentes à cerimônia de assinatura do memorando o diretor da Área Financeira e Internacional do BNDES, Carlos Thadeu de Freitas, o superintendente, Selmo Aronovich, o chefe do Departamento de Captação e Relacionamento Institucional, Leonardo Botelho, e a gerente Vivian Correa Pereira.

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Fundo Multilateral de Investimentos

Expansão do acesso a financiamento, serviços básicos, mercado e capacidades

O Fundo Multilateral de Investimentos do Grupo BID é o principal fornecedor de assistência técnica para o setor privado na América Latina e no Caribe. O FUMIN é também um dos maiores investidores da região em microfinanças e fundos de capital de risco para pequenas empresas. Os projetos selecionados para financiamento devem aumentar o acesso a financiamento, mercados e capacidades e serviços básicos.

O FUMIN sempre trabalha com parceiros locais, em sua maioria privados, para ajudar a financiar e executar projetos. Proporciona subsídios, empréstimos, garantias, capital e quase-capital, além de serviços de consultoria, para associações comerciais, organizações não governamentais, fundações, órgãos do setor público e instituições financeiras e, em alguns casos, empresas do setor privado para apoiar projetos que beneficiem os pobres, seus negócios, atividades rurais e famílias, nos 26 países membros mutuários do Grupo BID na América Latina e Caribe. O FUMIN não financia diretamente micro e pequenas empresas.

Os financiamentos e/ou cooperação técnica são também fornecidos por meio de seu Programa de Empreendedorismo Social ,que tem seu foco em iniciativas piloto com uma abordagem empresarial voltada a aumentar o acesso de comunidades rurais marginalizadas a financiamentos e mercados e melhorar o acesso a serviços básicos.

A maior parte dos financiamentos do FUMIN tem a forma de subsídios, que podem chegar a até US$ 2 milhões por projeto. O FUMIN também oferece empréstimos de longo prazo de até US$ 1 milhão e investimentos de capital que podem alcançar US$ 5 milhões.

A missão do FUMIN

Como o FUMIN trabalha

Setores prioritários

Instrumentos financeiros do FUMIN

Exemplos de projetos financiados pelo FUMIN

The Brazil+China Challenge: Pushing Development Toward the Frontiers of Innovation

The Brazil+China Challenge: Pushing Development Toward the Frontiers of Innovation

As BRICS gets underway, the 2017 Brazil+China challenge comes to an end. Organized by the Asian branch of BRASA, a global network of overseas Brazilian students, the two-day forum brought together an unprecedented number of politicians, CEOs and intellectuals from both countries to discuss one key question: How can Sino-Brazilian relations be strengthened for the benefit of Brazilian society?

Different players provided different answers to this question. For consulting firms like Diagonal, the forum acted as a platform for establishing first contact with the growing number of Brazil-based Chinese companies.

Rodrigo Moraes, Director of Institutional and International Relations at Diagonal, observed that a fatal mistake macro-infrastructural development projects in Brazil often make is not interacting with the local communities affected.

Recognizing the impossibility of providing “bookshelf solutions” to problems within “living and dynamic territories,” Diagonal’s emphasis on local, specialized market knowledge echoes some of the remarks made by other keynote speakers.

Chen Duqing, former Chinese ambassador to Brazil, highlighted past failures of Chinese development projects due to “lack of sufficient market research.” Britaldo Soares, Chairman of the Board of Directors at AES Brasil, stated that any foreign company-led development project must learn how “to play the game in Brazil, with Brazilian rules, under the regulatory, institutional, and legal Brazilian framework.”

Other Brazilian companies looked to gain rather than offer technical expertise. The relationship between 99Taxis and Didi is a case in point.

On the surface, both seem to resemble Uber in their respective provision of a mobile transportation service system in large Brazilian and Chinese urban centers. However, Matheus Moraes, director of legal, public policy, and communication at 99Taxis, pointed out that both companies share an ambitious vision for the future:  To “end traffic in big cities.”

As Moraes explains, the importance of AI for realizing such a vision is what brought 99Taxis to China. Only Didi possesses the AI know-how that in the very near future will automatically guide shared cars away from congestion hot-spots and towards the “right places and the right time,” thus making mobility in the city “seamless.”

Underlying the moves being made by such key decision-makers lies a crop of well-educated and ambitious young Brazilians eager to push innovative solutions for the benefit of their country. Vinicius Martison, co-president and chief operations officer of BRASA, hopes to improve the infrastructure of large Brazilian urban centers through AI. Currently majoring in computer science at the University of Florida, Martinson believes that the concept of a “smart city” — AI-driven data collection and analysis of a city’s infrastructural services — is something that Brazil can and should copy from China.

Indeed, such a learning process is already underway. Roberto Cláudio, mayor to Fortaleza — the fifth largest city in Brazil — was another speaker at the forum. But outside the conference room, he and his team have been looking for Chinese “smart city” solutions to Fortaleza’s violence problem. A trip to Shanghai-based security communication company ZTE has provided Cláudio with the technology necessary to implement one of his most important policies: integrating surveillance in private and public areas to create shared database that citizens, policemen, and government officials can all gain access to.

Such policies arguably clash with politically-sensitive issues such as privacy and Western notions of freedom. However, both politicians and businessmen at the forum were united in their belief that the societal impact of a solution was more important than its alignment with any political standard. As Moraes observed “Brazil and China are more similar than Brazil and the U.S. Do Americans have a problem buying a car? No. Do they have a problem with Internet? No. Do they have cities that grow too fast? No. Although we have different cultures, our challenges are similar.”

Remarks such as these and others throughout the two-day conference highlight an alignment with the BRICS paradigm. Professor Wang Wen, executive dean of the Choyang Institute for Financial Studies, defined the current status quo as that of a “post-Western world,” going on to criticize Francis Fukuyama’s famous, but now obsolete, “End of History” argument.

Otávio Costa Miranda, 23, co-founder of BRASA Asia, pointed out that the success of China’s development model “represents a big provocation to the West.” In spite of evident differences in political structure, Costa Miranda observed that the shared vigor with which both nation-states have pursued anti-corruption and working-class protection campaigns shows how there are similarities amidst the differences.

Sunday marked the opening of the 9th BRICS Summit in Xiamen, China. President Xi Jinping’s opening address described BRICS as a “task force that gets things done” rather than a “talking shop.” Organizers of the recent two-day forum, such as Vinicius Martinson, describe the Brazil+China Challenge in similar practice-centered terms. The purpose is not to just “discuss problems and Brazil’s faults but to bring Brazilian decision-makers with Chinese innovators and intellectuals to create solutions with the goal of implementing them in the very near future.”

With politically-sensitive issues such as the Korean Peninsula and terrorism on the BRICS agenda, forums such as these provide an alternative space where practical needs will always trump geopolitical power play. By prioritizing the needs and problems of the average Brazilian consumer-citizens, politics and international relations were for once placed in the service of wider society.

Eduardo Baptista is a graduate of the University of Cambridge and currently studying at the Yenching Academy in Peking University.

Acordo BNDES-Embrapii apoia inovação em saúde, IoT e manufatura avançada

BNDES - imagem ilustrativa

O diretor Carlos Da Costa, a gerente de Inovação do BNDES, Isabela Brod, a diretora Cláudia Prates, o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, e o diretor de Planejamento da entidade, José Luis Gordon

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) assinaram acordo de cooperação técnica, nesta sexta, 1º, para promover e incentivar projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em áreas estratégicas como saúde, internet das coisas (IoT) e manufatura avançada. A assinatura aconteceu durante a reunião de líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

O acordo de cooperação, com duração de cinco anos, foi assinado pelos diretores do BNDES Cláudia Prates, da Área de Indústria e Serviços, e Carlos Da Costa, da Área de Crédito, e pelo diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães. Participaram também da reunião da MEI os principais CEOs e líderes da indústria brasileira.

Outra iniciativa do acordo é o credenciamento da Embrapii como fornecedora do Cartão BNDES. Com isso, as micro, pequenas e médias empresas apoiadas pela Embrapii poderão ter a contrapartida dos projetos financiada por meio do Cartão BNDES e adquirir quaisquer dos mais de 270 mil itens disponíveis, no site do Cartão BNDES, incluindo serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

Para Cláudia Prates, o acordo de cooperação técnica visa também promover a integração dos modelos de fomento à inovação desenvolvidos e praticados pelo BNDES e pela Embrapii e a união de esforços para recursos em Inovação.

Aproximação com empresários – O acordo possibilita também que o BNDES e a Embrapii se aproximem cada vez mais dos empresários que buscam apoio à Inovação. Foram realizadas, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentações sobre os instrumentos de fomento à inovação para as micro, pequenas e médias empresas de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e São Paulo.

O diretor-presidente da Embrapii ressalta que o termo de cooperação consolida a parceria de forma mais intensa, aproximando mais os empresários e fomentando a inovação. “O BNDES já era um parceiro informal da Embrapii que sempre se disponibilizou a estar conosco em nossos eventos de prospecção, mostrando aos empresários suas linhas de crédito para inovação”, acrescenta Jorge Guimarães.

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BNDES aprova R$ 167,4 milhões para Linx Sistemas investir em pesquisa e desenvolvimento

BNDES - imagem ilustrativa

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 167,4 milhões à Linx Sistemas Ltda., pertencente à Linx S.A., empresa especializada em softwares para gestão empresarial com foco no varejo.

O objetivo do apoio são investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), incluindo soluções ligadas ao conceito de omni-channel (multicanal), além de investimentos em infraestrutura, treinamento e qualidade, marketing e comercialização e projetos de âmbito social.

Com o projeto, a Linx visa se manter atualizada tecnologicamente e competitiva na sua oferta de software para o varejo, além de atender a novas demandas do mercado, com soluções para o varejo online.

Consumidor – Na experiência integrada omni-channel, os consumidores podem realizar suas compras em diversos canais de vendas, acessando mais formas de comprar e de interagir com o varejista, mais informações sobre os produtos de interesse e maior disponibilidade de produtos.

Já os varejistas obtêm maior conhecimento acerca do comportamento e das preferências dos consumidores, proporcionando um atendimento personalizado. Algumas modalidades de venda em omni-channel são o click & collect, quando os clientes compram na internet e retiram na loja, e o ship from store, quando uma loja se transforma, literalmente, em um mini-CD, atendendo com seu estoque local um pedido oriundo da internet. Para os consumidores, a expectativa é de uma experiência de compra melhor, com conveniência e simplicidade.

Lojista – Os investimentos em P&D objeto do apoio do BNDES permitirão à Linx evoluir sua oferta de gestão de varejo online com um sistema de gerenciamento de pedidos que consistirá no elo inteligente para captação e distribuição para atendimento de pedidos multicanal, considerando logística, custo e tempo para o atendimento dos pedidos, enxergando, em todos os canais do varejista, todos os pedidos. O sistema, de modo simplificado, capturará os pedidos dos clientes oriundos de diversos canais de venda e os direcionará para atendimento a partir de diferentes locais de estoque.

Relacionamento – O BNDES possui longo histórico de relacionamento com a Linx. Em 2008, houve o primeiro apoio via financiamento, de R$ 7,8 milhões. Em 2012, 2014 e 2015, o Banco aprovou novos financiamentos, totalizando cerca de R$ 200 milhões, a fim de apoiar os planos de investimentos da empresa, notadamente os esforços de P&D.

No financiamento mais recente, assim como nos dois últimos anteriores, o BNDES apoiou investimentos sociais associados aos projetos, que somam, no total, R$ 1,84 milhão. Esses recursos são da Linha Investimentos Sociais de Empresas (ISE), do BNDES.

Crescimento – Quando recebeu o primeiro financiamento do BNDES, em 2008, a Linx tinha cerca de 400 funcionários e 1.000 clientes. Em 2010, a BNDESPAR tornou-se acionista da empresa e sua participação no capital da companhia foi importante para as aquisições que ocorreram nos anos seguintes.

Em 2011, a BNDESPAR realizou um segundo aporte, que suportou a empresa em mais aquisições e na preparação para a abertura de capital no Novo Mercado da Bovespa, realizada em 2013. Atualmente, a BNDESPAR detém 5,6% das ações ordinárias da Linx.

Após nove anos, quatro financiamentos e dois aportes de capital do Sistema BNDES, a empresa conta com cerca de 3 mil colaboradores, distribuídos na matriz em São Paulo, em 13 filiais em 8 estados e em unidades de relacionamento espalhadas pelo País, além de canais de distribuição no Brasil e no exterior, atendendo a mais de 44 mil varejistas.

Em julho de 2017, a empresa deu o primeiro passo rumo à expansão internacional com a aquisição do grupo latino-americano Synthesis, que tem base na Argentina.

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BNDES financia com R$ 70 milhões construção de fábrica e centro de distribuição da Piraquê

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Recursos são do programa BNDES Giro e serão utilizados na construção de uma unidade que funcionará como fábrica de biscoitos e CD em Queimados (RJ)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 70 milhões, pelo programa BNDES Giro, para a indústria de produtos alimentícios Piraquê S/A. O investimento será usado na construção de uma unidade que funcionará como fábrica de biscoitos e centro de distribuição, em Queimados (RJ). O objetivo da Piraquê é aperfeiçoar seus processos de produção, operação, comercialização e logística, visando ao crescimento para além do mercado de biscoitos e massas da região Sudeste.

Além do Rio e de São Paulo, a companhia também já tem atuação consolidada no Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Paraná. Com portfólio de 150 produtos, os biscoitos são responsáveis por 80% das receitas. As produções de batatas fritas e refrescos são terceirizadas. Outros players atuando no mesmo segmento da Piraquê são Nestlé, Bauducco, Mabel, Marilan, Parati e Mondelez.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o mercado nacional (com 1,3 milhão de toneladas vendidas) é o quarto maior do mundo. Em 2016, ficou atrás da Itália (2,1 milhões de toneladas vendidas), Estados Unidos (2,3 milhões de toneladas) e China (2,4 milhões). Também em 2016, o comércio de massas no Brasil alcançou a sexta posição nas vendas (1,02 milhão de toneladas), atrás da Rússia (1,2 milhão), Estados Unidos (1,4 milhão), Itália (1,5 milhão), Indonésia (1,6 milhão) e China (7,2 milhões).

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Incobra abre chamada para apoio financeiro a participantes do Brokerage Event

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O consórcio internacional INCOBRA abriu uma chamada para conceder apoio financeiro aos participantes do INCOBRA Brokerage Event, que será realizado de 31 de outubro a 1º de novembro, em Belo Horizonte (MG), durante a 16ª Conferência Anpei de Inovação. O evento pretende criar um espaço de networking entre empresas e atores de inovação do Brasil e União Europeia (UE), voltados às áreas de manufatura avançada e nano materiais. Os interessados devem enviar suas propostas, em inglês, até 20 de setembro.

O objetivo da chamada é auxiliar os participantes com vouchers de viagem para participação no evento. Em contrapartida, os beneficiários precisam participar da apresentação dos cenários de cooperação apresentados no evento, executar um mínimo de cinco reuniões durante o Brokerage Event, participar da sessão plenária sobre o programa Horizonte 2020, e completar um relatório de atividades e despesas para obter o reembolso.

A chamada contemplará um total de 20 beneficiários, sendo 10 brasileiros e 10 europeus. Os brasileiros podem ser reembolsados com até 400 euros cada por suas despesas de viagem e acomodação. Já os europeus podem ser reembolsadas em até 1400 euros, cada, pelos custos com a viagem. O INCOBRA fornecerá aos participantes um formulário para informar todas as despesas. Para isso, o consórcio pede que os participantes guardem todos os documentos e evidências (tickets, recibos, passagens) que comprovem os gastos.

Entre os requisitos para participar, os proponentes precisam ter experiência comprovada em parcerias internacionais. O público alvo da chamada são as empresas e atores que trabalhem diretamente com ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e envolvidos com o desenvolvimento da inovação de alto impacto de produtos e serviços no setor transversal de manufatura avançada e nano materiais. Eles também devem demonstrar interesse em estabelecer projetos de cooperação bilateral entre Brasil e UE.

A abordagem do Brokerage Event consistirá no modelo normalmente aplicado nas atividades de networking e matchmaking empresarial, voltados à integração de empresas para estimulá-las à formalização de acordos de cooperação internacional. Além disso, o evento disponibilizará uma plataforma virtual dedicada à promoção das empresas e atores de inovação interessados no agendamento dos networkings presenciais.

Para acessar o formulário de manifestação de interesse nos vouchers de viagem, acesse aqui.

O edital completo pode ser acessado aqui.

Sobre o INCOBRA

O projeto INCOBRA integra um dos subprogramas do Horizonte 2020, iniciativa da União Europeia que tem como objetivo financiar projetos de pesquisa e inovação até 2020.

O consórcio, formado por sete instituições brasileiras e sete europeias, visa identificar gargalos e propor soluções que facilitem a cooperação entre os atores dos sistemas de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) brasileiro e europeu.

A Finep, junto à SPI (Sociedade Portuguesa de Inovação), uma consultoria especializada na execução de projetos/editais da União Europeia focados em C,T&I, atua como líder da coordenação e gerência geral do projeto.

Fonte: INCOBRA

Finep e BNB firmam parceria de R$ 10 milhões para projetos de inovação

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(Da esq. para a direita) A gerente do departamento regional Nordeste da Finep, Patrícia Aguiar, o presidente da Finep, Marcos Cintra, o presidente em exercício do BNB, Romildo Rolim, e o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

A Finep firmou parceria com o Banco do Nordeste (BNB) para financiar projetos de R$ 10 milhões de micro, pequenas e médias empresas inovadoras da região. O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (4/9), na sede do BNB, em Fortaleza-CE. Estiveram presentes o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, o presidente da Finep, Marcos Cintra, o presidente em exercício do BNB, Romildo Rolim, e a gerente do departamento regional Nordeste da Finep, Patrícia Aguiar.

A cooperação visa ampliar a competitividade de empresas do Nordeste, local e nacionalmente. De acordo com Marcos Cintra, a parceria da Finep com o BNB, um dos principais bancos do País, será fundamental para acentuar, fortalecer e amplificar a inovação na região. “A Finep é uma agência de fomento que desde sua inauguração tem uma presença pequena no Nordeste. Nosso objetivo é descentralizar e atingir uma maior capilaridade das nossas atividades em todo o Brasil, porque potencial econômico não escolhe a região e a inteligência é um dos dons mais democráticos do Brasil, sendo igualmente distribuída”, afirmou.

O BNB será o 20º agente financeiro do País apto a repassar recursos da Finep por meio de seu programa de descentralização de crédito, o Inovacred. Com a nova parceria, o programa passa a atender as 27 unidades da federação. “A consolidação da Finep em todo o Brasil e o enraizamento no Nordeste geram a oportunidade de levar nosso apoio a recursos para mais brasileiros, em especial a esta região que tanto precisa de investimento. Recentemente foi aberto um escritório da Finep no Nordeste e agora ampliamos este leque”, explicou o ministro Gilberto Kassab.

Para Romildo Rolim, a parceria vai impulsionar o mercado local. “A assinatura deste acordo vai aumentar nossos recursos para projetos inovadores. Nosso papel é financiar as ideias destas empresas para serem mais competitivas e ampliarem seu mercado”, disse.

Finep Nordeste
Em julho, a Finep inaugurou escritório em Fortaleza para impulsionar investimentos em P&D nos 9 estados da região. Os recursos do Inovacred serão disponibilizados para o desenvolvimento de novos produtos, processos, serviços, marketing ou inovação organizacional, ou para o aperfeiçoamento dos já existentes. O custo final das operações para os interessados varia de TJLP a TJLP+3% a.a., dependendo do porte da empresa.

Inovacred
Lançado no fim de 2012, o Inovacred oferece financiamento a iniciativas inovadoras de empresas com receita operacional bruta anual ou anualizada de até R$ 90 milhões. O apoio da Finep é feito de forma descentralizada, por meio de agentes financeiros credenciados, que atuam em seus respectivos estados ou regiões. Ao todo, já foram contratados 362 projetos por meio da linha de crédito, que totalizam R$ 690 milhões.

AFEAM: novo agente da Finep no Amazonas
No dia 30/8, foi a vez da Agência de Fomento do Estado do Amazonas S.A. (AFEAM) tornar-se agente financeiro do Inovacred. O acordo foi assinado na sede da instituição pelo gerente Departamento de Programas Descentralizados da Finep, Marcelo Camargo, e pelo Diretor-Presidente da AFEAM, Alex Del Gigli. O valor do financiamento concedido às empresas amazonenses vai variar de R$ 150 mil a R$ 500 mil.

Anvisa e CNPQ selecionam projetos de pesquisa

 

A Anvisa informa que foi publicada a chamada pública pelo CNPq visando selecionar projetos de pesquisas demandados pela Agência.

Esta chamada pública tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico em vigilância sanitária.

A publicação está disponível na edição de segunda-feira (21/8) do Diário Oficial da União e prazo para submissão de propostas vai até o dia 5/10.

Podem apresentar propostas pesquisadores que tenham vínculo formal com a instituição de execução do projeto – Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) cadastrada no Diretório de Instituições do CNPq.

Entende-se por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta ou pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos legalmente constituída sob as leis brasileiras, com sede e foro no País, que inclua em sua missão institucional ou em seu objetivo social ou estatutário a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico ou o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos.

São 15 temas/ linhas de pesquisas nas quais os projetos poderão ser inseridos

Estudo Comparativo da Regulação de Medicamentos e de Dispositivos Médicos adotados nos países integrantes dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Adaptação e aplicação da metodologia Modelo de Custo Padrão (Standard Cost Model) para mensuração das cargas administrativas relacionadas à regulamentação editada pela ANVISA.

Estudo de Procedimentos Metodológicos sobre a mensuração de Custos e Benefícios aplicados em Análises de Impacto Regulatório (AIR).

Percepção, entendimento e uso de diferentes modelos de rotulagem nutricional frontal pelos consumidores brasileiros.

Percepção, compreensão e uso da Tabela de Fenilalanina em Alimentos da ANVISA.

Critérios para Realização de Estudo de Estabilidade em Materiais de Uso em Saúde.

Forma farmacêutica suspensão oral: atributos críticos da qualidade, fármaco, fórmula e produção que impactam na biodisponibilidade e qualidade.

Métodos estatísticos para determinação da comparabilidade in vitro de medicamentos inalatórios orais.

Estudos sobre riscos de transmissão de doenças através do sangue, tecidos, células e órgãos.

Estudos para diagnóstico, monitoramento e avaliação de serviços de hemoterapia e bancos de tecidos e células.

Ocorrência de eventos adversos na prestação de serviços de embelezamento, estética e tatuagem.

Perfil sanitário das embarcações mistas que utilizam as hidrovias da Bacia Amazônica.

Revisão de dados técnico-científicos para atualização e inclusão de novas espécies vegetais no registro simplificado de fitoterápicos.

Revisão de dados técnico-científicos para elaboração de lista de indicações terapêuticas para medicamentos dinamizados notificados.

Revisão Bibliográfica de Insumos Farmacêuticos Ativos, pertencentes a RENAME, cuja toxicidade e eficácia são consideravelmente afetadas por alterações polimórficas.

(Fonte: Anvisa – 28/08/2017)

Prorrogada consulta pública da Estratégia para Transformação Digital

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) prorrogou até 20 de setembro o prazo para contribuições à consulta pública da Estratégia para a Transformação Digital. Até lá, sociedade, setor produtivo, universidades e centros de pesquisa poderão dar as suas sugestões. Inicialmente, a consulta pública terminaria nesta quinta-feira (31). As informações estão no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com o MCTIC, a Estratégia é um “guarda-chuva” para diversas iniciativas do governo federal para digitalização da economia e da sociedade. O objetivo é criar um ambiente habilitador para impactos transformadores em agricultura, comércio, educação, finanças, indústria e serviços de transportes e logística, por meio da digitalização dos processos produtivos e da capacitação do país para a chamada 4ª Revolução Industrial.

A proposta em construção para a Estratégia Brasileira se divide em eixos temáticos. Como habilitadores da transformação digital, estão infraestrutura de redes e acesso à internet; pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I); confiança no ambiente digital; educação e capacitação profissional; e dimensão internacional. Já as frentes de transformação digital, por outro lado, consistem em uma economia baseada em dados; um mundo de dispositivos conectados; novos modelos de negócio; e transformação digital da cidadania e de governo.

http://www.protec.com