O Walmart vai contratar 2.000 pessoas de inovação para combater Amazon

Empresa já tem 6.000 funcionários trabalhando na divisão de inovação, preparando as novidades que veremos no varejo

 

O Walmart continua em guerra contra a Amazon e pretende contratar cerca de 2.000 pessoas para fortalecer seu braço de inovação até o final do ano. O Walmart Labs já tem 6.000 pessoas que trabalham em tecnologias tanto para as lojas do grupo nos Estados Unidos quanto para o e-commerce da companhia.

A maior parte das contrações será de cientistas de dados, engenheiros e gerentes de produtos. O grosso das contratações serão para os escritórios de San Bruno e Sunnyvale, no Vale do Silício, Bentonville – a sede mundial do Walmart – e para os escritórios de Reston, na Virgínia, e Bangalore, na Índia.

Uma das questões que o Walmart quer avaliar em breve é a otimização do sistema de compras online, com pegada em uma loja da empresa. Hoje, um usuário faz a compra pela internet e um colaborador da empresa vai na loja, seleciona os produtos e monta o pedido. Só que isso pode ser, claro, otimizado – um funcionário não faz apenas um pedido por vez, ele pode fazer vários. Como fazer isso da maneira mais otimizada possível?

A companhia tem medo de que a Amazon, que comprou a Whole Foods recentemente, também faça algo parecido – o que se tornaria um canal de vendas formidável para a empresa. Embora ela não tenha esse tipo de iniciativa (ainda), ofertas de emprego mostram que esse é um plano para a companhia em breve. E quem tiver esse sistema mais eficiente deverá oferecer mais valor para os clientes.

Um outro ponto importante da inovação neste segmento é para criar uma experiência infalível para o usuário a respeito de quais itens estão ou não disponíveis no momento. A maioria das lojas não tem um sistema integrado de estoque, o que pode ser um problema conforme as vendas migrem para o ambiente online.

Imagine comprar um produto que você fazia muita questão de receber e descobrir, na hora de pegá-lo, que ele estava em falta? Um sistema integrado de estoque pode acabar definitivamente com esse problema. No aplicativo (ou no site) só iriam aparecer itens que realmente existem e com o preço atualizado.

A companhia entendeu que só vai sobreviver ao rolo compressor da Amazon no setor de varejo se trabalhar a inovação. Por isso, a empresa tem um laboratório no Vale do Silício desde 2005 – quando comprou uma startup chamada Kosmix por cerca de US$ 300 milhões. Além disso, a companhia criou a área de inovação, Walmart Labs, para atrair talentos de tecnologia.

O Walmart e a Amazon estão na vanguarda das tecnologias para o setor de varejo.

fonte: startse

 

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