A Tupy prevê investimentos de R$ 150 milhões em 2018 em SC

Tupy vai investir R$ 150 milhões em 2018 Leo Munhoz/Agencia RBS

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

 

A Tupy prevê investimentos de R$ 150 milhões em 2018 e a retomada de margens de lucratividade a níveis históricos, de aproximadamente 15% para o próximo ano. Os recursos destinam-se à otimização da manufatura, à gestão ambiental e à área de segurança do trabalho. A empresa está otimista com os negócios: acredita que o volume de vendas deverá crescer 5%, já comparado com uma base mais forte, a de 2017. Outra informação significativa é a estimada redução de custos de R$ 42 milhões. O valor será bastante influenciado pela combinação de maior eficiência operacional e pelo encerramento das atividades da fundição de Mauá (São Paulo), ocorrida neste ano de 2017. As informações são de comunicado da companhia aos analistas de mercado, durante o Tupy Day, realizado em 8 de dezembro, em Joinville.De 2013 a 2017, a metalúrgica pagou dividendos 457 milhões. Do total, R$ 200 milhões só neste 2017.

A estratégia No encontro com os profissionais do mercado financeiro, a Tupy também detalhou sua estratégia para o período 2017/2021: quer ser (continuar sendo) referência em produtos e serviços de alto valor agregado em fundição e aumentar sua participação de produtos usinados no conjunto dos negócios. No segmento de blocos e cabeçotes dará continuidade ao processo de internacionalização da produção, com foco em regiões estratégicas para o fornecimento.  Também planeja a liderança nos segmentos de veículos comerciais e de máquinas agrícolas, de construção e industriais. A produção de autopeças deverá ter, cada vez mais, elevado conteúdo tecnológico em geometria e metalurgia. Já o setor de hidráulica merecerá atenção para a maximização do uso da marca Tupy, e dos canais de venda.

E a avaliação de oportunidades em segmentos de alto crescimento consta do radar da organização.

Os pilares
Na perspectiva corporativa e, portanto, mais geral, há seis pilares bem definidos para os próximos anos: alocação eficiente e gestão dos ativos; consolidação do sistema de produção Tupy; extensão do conceito lean às atividades de apoio e administrativas; desenvolvimento organizacional nas áreas de capital humano e sistemas; além de cuidar da gestão de desempenho e da gestão de sustentabilidade, tanto em saúde e segurança, como meio ambiente e comunidade. O último ponto listado pela direção é melhorar a atratividade para o mercado de capitais.

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