Museu do Amanhã vai ser inaugurado nesta quinta (17), com a presença da presidenta Dilma

Porta de entrada de um Rio de Janeiro com ares parisienses e ainda capital no início do século passado, a Praça Mauá já foi recanto de namorados, assistiu à construção do primeiro arranha-céu da cidade e fez circular economia, moda e cultura. Mas degradou-se com o tempo.  Hoje, o Rio faz as pazes com a sua história por meio do projeto “Porto Maravilha”, que vem revitalizando a Zona Portuária. Um dos pilares do recomeço é o Museu do Amanhã, espaço de ciências capitaneado pela prefeitura carioca e pela Fundação Roberto Marinho, que será inaugurado na quinta, 17, no Píer Mauá. O projeto conta com financiamento de R$ 2 milhões da Finep.

 Para receber este nome, o Museu do Amanhã, claro, não vai versar sobre o passado. A idéia  é funcionar como espaço científico interativo, que atuará como pólo cultural e educacional para o pensamento sobre as ações futuras da humanidade. Em outras palavras, o museu vai discutir a trajetória do homem no planeta e o seu impacto sobre o clima, a diversidade biocultural, a qualidade e disponibilidade da água, a paisagem, dentre outros aspectos relativos à relação com o espaço geográfico.

De acordo com o jornalista e professor Leonel Kaz, curador do espaço ao lado do físico Luiz Alberto de Oliveira, o projeto pode ser definido como um “museu experiência”, conceito bem diferente daquele que pontua os acervos tradicionais de ciência, focados em vestígios do passado, como artefatos antigos e fósseis.

 “Um museu experiência não significa uma experiência apenas do conhecimento, mas também de transformação, de percepção sensível, quando o visitante é estimulado a dialogar com o espaço o tempo todo”, diz ele, que também é curador do Museu do Futebol, em São Paulo.

Com a assinatura de um dos maiores arquitetos contemporâneos, o espanhol Santiago Calatrava – que criou, entre outros projetos de relevância, o Museu de Arte de Milwaukee, nos Estados Unidos, o Complexo Olímpico de Atenas e a Estação do Oriente, em Lisboa –  o museu ocupará uma área de 12,5 mil metros quadrados

fonte:FINEP
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